Eu e você
Por entre as curvas do teu corpo
Eu escrevo meus pensamentos.
Em calafrios e arrepios
Subo os montes ofegantes,
Conquisto o ponto mais alto
Da tua escultura.
Acima do nível do mar,
Subo e desço como nua brincadeira
Nas corredeiras do seu paladar.
Cáio morto na relva macia
Do seu jardim do Éden.
E não sinto saudades de mais nada
Calo-me!
Absolvo o silêncio profundo do teu
Santo pomar!
Fecho os olhos e ficamos
Eu e você!
Por entre as curvas do teu corpo
Eu escrevo meus pensamentos.
Em calafrios e arrepios
Subo os montes ofegantes,
Conquisto o ponto mais alto
Da tua escultura.
Acima do nível do mar,
Subo e desço como nua brincadeira
Nas corredeiras do seu paladar.
Cáio morto na relva macia
Do seu jardim do Éden.
E não sinto saudades de mais nada
Calo-me!
Absolvo o silêncio profundo do teu
Santo pomar!
Fecho os olhos e ficamos
Eu e você!
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